Pelo caminho, Marco observava Angeline com atenção. Ela o desafiava e o encantava ao mesmo tempo, ora dócil e obediente, ora irritante e petulante. Ainda assim, ele a adorava. Mais do que já gostara de qualquer outra mulher.
Estacionou o carro e, antes que pudesse abrir a porta para ela, Angeline já havia descido. O vento frio da noite roçou seus cabelos, e Marco, apressado, alcançou sua mão, fria, trêmula.
— Vai querer de chocolate, querida? Perguntou, tentando soar leve.
— Eu não sei… Murmu