OLIVER
Acaricio o rosto de Daiana, sentindo o calor da sua pele sob meus dedos. Um sorriso malicioso se forma nos meus lábios enquanto observo suas reações. — Vamos jogar um pouco, Deusa. — Deslizo meus lábios pelo canto da sua boca, em direção ao lóbulo da sua orelha, mordiscando-o suavemente.
Seus gemidos me enlouquecem, e sussurro em seu ouvido. — Eu irei te vendar e amarrar seus pulsos com minha gravata. Você só poderá me tocar quando eu mandar. — Minha voz soa firme e carregada de desejo.