Isabele, tomada pelo prazer avassalador, balançou a cabeça freneticamente.
— Não... não para! — ela implorou, a voz embargada.
Os olhos de Álvaro brilharam de puro instinto. Ele a puxou para si, fazendo com que sua coluna arqueasse ainda mais, e inclinou-se sobre ela, os lábios explorando sua pele, sugando e mordiscando seus ombros e nuca. Suas mãos desceram para os seios dela, agarrando-os com força, os dedos provocando os mamilos sensíveis.
Quando ele se afastou novamente, agarrou os ca