— Então, eu sou um ogro? — disse ele com voz baixa, tensa, a raiva quase visível.
— Pelo jeito, é por isso também que me despreza, não é? Você queria que eu fosse um almofadinha como seu querido Lucas?
— Não fale assim dele — Isabele respondeu, mantendo-se firme, mas com um brilho de desespero nos olhos.
— E sim, você é um ogro. E tem razão em uma coisa: ser um "almofadinha" é ser gentil e educado, como ele. Eu realmente prefiro um "almofadinha" a um ogro. Agora, me solta, Álvaro! Você