Quando a noite caiu, Carlos entrou no quarto. Eu estava encolhida na cama, observando-o fechar a porta com um movimento rápido.
— O que você está fazendo aí, parado? — Eu disser, e bati ao lado da cama, com um tom lento e provocador. — Não vai ficar aí, vigiando a porta como um guarda, mesmo depois do casamento, não é?
Ele não respondeu. Com passos largos, ele se aproximou, tirou o manto e revelou seus ombros fortes, marcados por cicatrizes e feridas antigas, testemunhos de anos de combate. Ele