O silêncio do quarto foi brutalmente interrompido pelo estrondo da porta a abrir-se. Nem um toque, nem um aviso. A mãe de Arthur, com o rosto contraído numa máscara de desprezo, entrou como uma tempestade. O meu coração, que batia num ritmo calmo pela tranquilidade da manhã, disparou instantaneamente.
Tentei sentar-me, mas ela avançou como um animal encurralado, ignorando a minha confusão. Ela atirou um tablet sobre o meu colo, com a tela brilhando numa notícia sensacionalista que parecia ter s