Entrando no quarto de motel, não tranco a porta. Sendo agarrado só ouço o estrondo da porta ser aberta com toda força.
— Você!
Luana fala arregalando os olhos.
— Quem é essa mulher senhor Guerra?
— Minha mulher.
— Hm — Da de ombro enquanto Luana da volta em torno do seu corpo.
— Mas como pode isso. Você é a cara dela. Sua piranha — Começando a estapeá-la, ela faz a menina gritar — Você não vai tomar o meu homem, se um dia ele tocou nessa sua pele imunda, hoje te detesta. Acha que saindo dos quin