Entrando no quarto de motel, não tranco a porta. Sendo agarrado só ouço o estrondo da porta ser aberta com toda força.
— Você!
Luana fala arregalando os olhos.
— Quem é essa mulher senhor Guerra?
— Minha mulher.
— Hm — Da de ombro enquanto Luana da volta em torno do seu corpo.
— Mas como pode isso. Você é a cara dela. Sua piranha — Começando a estapeá-la, ela faz a menina gritar — Você não vai tomar o meu homem, se um dia ele tocou nessa sua pele imunda, hoje te detesta. Acha que saindo dos quintos dos infernos vai conseguir o que quer.
— Para para está doendo.
— É para doer mesmo — Diz cortando os cabelos — Isso é por ter me atropelado. Dominic nunca sentiu nada por você.
Enquanto fala e corta. Quero entender do que tá falando.
— Por tua culpa ele trocou meu nome. Vadia, como você pode estar aqui se estava em santos em piranha.
— Para — Peço a parando e vendo a menina toda machucada, mas isso pouco importa porque preciso entender — Da onde conhece a Elena?
— Essa desgraçada não se c