Renata
O peso da mão dele no meu ombro mudou. Não era mais só um carinho; era um convite. Senti o dedo polegar dele enganchar na alça do meu vestido e, com uma lentidão que me deixava agoniada, ele a empurrou para baixo. O tecido escorreu pelo meu braço, deixando minha pele exposta ao ar gelado da sala, mas o calor que vinha do corpo dele compensava tudo.
Rafael enterrou o rosto no meu pescoço.
— Como sua pele é macia... ele disse baixo, a voz vibrando direto na minha pele.
Ele começou a be