Renata
Entrei no quarto do hotel e respirei fundo assim que a porta se fechou atrás de nós.
Parecia que só ali o ar finalmente entrava nos meus pulmões.
— Vai tomar um banho. Ana disse, largando a bolsa na poltrona. Você precisa.
Assenti sem discutir. Peguei uma roupa qualquer e segui para o banheiro.
Assim que a água quente começou a cair, encostei a testa no box de vidro e fechei os olhos.
E foi inevitável.
O abraço.
O jeito como ele me envolveu, firme, seguro… como se o mundo tivesse parado