Rafael
Saímos do elevador e seguimos pela garagem. O lugar era frio, impessoal, mas eu mal percebia isso. Soltei a mão dela só para puxá-la pela cintura, guiando-a até o carro como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Abri a porta e esperei que ela entrasse. Antes de ligar, olhei para ela na luz baixa do painel. A borboleta no pescoço ainda chamava atenção não pelo brilho, mas pelo jeito como descansava sobre a pele dela.
— Você está linda falei, simples, porque não precisava de mais do q