CAPÍTULO 38
Elisa De la Vega estava sentada em sua mesa habitual do restaurante, aquela com a melhor vista do jardim e a pior acústica para os curiosos. Tamborilava suas unhas perfeitamente feitas sobre a toalha de linho branco, observando a taça de Chardonnay que brilhava sob a luz do meio-dia.
Acabara de sair de sua sessão de massagem e drenagem linfática, mas a tensão em seus ombros não havia desaparecido. Na verdade, tinha se intensificado desde o café da manhã. A conversa com Lucía fora...