Está maluca, porra! Falo perdendo a paciência.
— Não, Lutero, estou bem San. Não entendo o que pesa, não vou permitir que tire a criança de mim, não de novo.
Olha Carolina, não sei que merda tem na cabeça. Mas de uma coisa eu sei, se realmente estive grávida de um filho meu, nunca permitiria que o tirasse.
Merda, praguejo ao sentir meu ombro doer. Me afasto de Carolina, toco o local machucado, sugo o ar com força, porra.
— O que aconteceu? Carolina perguntando preocupada.
Nada, vamos embora, da