OLIVIA
Eu não sabia por quanto tempo tinha ficado inconsciente, nem por que havia perdido os sentidos, com os pensamentos ainda embaralhados. Entretanto, ao abrir os olhos, tudo mudou. Ali, sentado em silêncio ao meu lado, estava Marcus, com a cabeça apoiada na beira da minha cama.
A presença dele me transmitia conforto, embora ainda houvesse uma névoa encobrindo meus pensamentos e, por isso, eu me perguntava: "Como ele tinha chegado ali? Quando? Será que alguém o havia chamado ou ele viera por