(Ponto de Vista de Olivia)
Voltar para casa foi uma sensação estranha e ao mesmo tempo familiar. Cada cômodo que eu entrava me enchia de nostalgia e lembranças vívidas de mim e da minha avó. A casa estava suja, cheia de poeira. As paredes precisavam de uma nova pintura e o chão de um bom esfregaço.
Eu limpava, tentando esconder as lágrimas, embora já tivesse chorado o suficiente no cemitério. Agora era hora de agir, não de continuar chorando. Foi então que alguém bateu à porta, e eu fui abrir. M