- Chamem a Felícia para mim, senão, eu mato a filha dela!
Logo depois, se ouviram os soluços de Dulce.
Isabela, com o rosto pálido, entregou Rivaldo à tia Iara e abriu caminho entre a multidão.
Ao entrar, viu Mariana segurando Dulce, com um bisturi pressionado contra o delicado pescoço da menina.
O sangue fresco já começava a se infiltrar na pele branca como neve, uma visão alarmante.
- Mariana, estou aqui, solte a minha filha!
Ao ouvir isso, Mariana se virou e sorriu friamente:
- Felícia, você