Não demorou muito para Mariana correr até o carro e bater na janela.
No início, Isabela pensou em ignorar, mas ela continuava batendo sem parar, como se não fosse desistir sem ver alguém.
André, sabendo que descer naquele momento seria humilhante para Isabela, segurou-a pelo braço. - Isa, não dê atenção a ela.
- Não tem problema, eu não tenho medo. - Isabela adiantou-se, instruindo Reginaldo. - Reginaldo, ajude o senhor a tirar a cadeira de rodas.
- Sim.
Em seguida, ela abriu a porta do carro e