Após enfaixar as feridas, Gabriel trocou de roupa e sentou-se no sofá, imóvel.
Ninguém sabia o que ele estava pensando, tudo parecia terrivelmente sombrio.
Assim ele ficou, da alvorada até o crepúsculo, sem acender a luz na sala, apenas com o brilho pálido da lua iluminando seu corpo, tornando-o ainda mais frio e distante.
De repente, ele se levantou, com passos largos caminhou para fora.
Quando chegou à porta, encontrou alguém ajoelhado ali.
Com um olhar profundo e gélido, ele fitou a pessoa e