Suas mãos estavam sobre o meu cabelo, pesada a sua mão era pesada enquanto tentava ser gentil. Fingia dormir, mas o aperto em meu peito continuava pontadas e pontadas agudas em meu peito enquanto a cena se repetia em minha cabeça. Casa, eu só pensava que devia ir para casa, esperava que Gregório estivesse esperando por mim, estava com medo, mas tinha que fingir calmaria. A porta do meu quarto abriu um vento gelado passou pelo meu rosto, mas continuei fingindo que estava dormindo, ele não parou