Ponto de Vista de Mara
Na manhã seguinte, eu acordei diferente.
Havia algo leve dentro de mim, uma ansiedade boa, quase juvenil, que fazia meu coração bater mais rápido. O sol ainda mal tinha atravessado as cortinas quando me sentei na cama, sentindo aquela sensação rara de expectativa que não vinha acompanhada de medo ou presságio.
Hoje eu veria Jaqueline.
Minha amiga.
Minha sobrevivente.
Minha prova viva de que nem tudo que nasce da escuridão está condenado a permanecer nela.
Apolo re