Ponto de Vista de Apolo
Olhei para Mara, sentada à minha frente. Ela parecia uma criança curiosa e assustada ao mesmo tempo. Seus olhos arregalados me observavam, as mãos apertando o lençol, como se aquilo fosse a única âncora segura. Arthur estava encostado na parede, os braços cruzados, olhando para nós com aquele semblante calmo de sempre. Eu sabia que ela estava confusa, que precisava de respostas.
Respirei fundo e comecei:
— Tem mais, Mara. Tem muito mais coisa que você precisa entende