Ponto de vista de Apolo
Eu sempre soube que ela era diferente. Desde o primeiro instante em que Mara cruzou o meu caminho, mesmo antes de reconhecê-la como minha companheira, havia algo nela que me fazia querer protegê-la — não apenas com o corpo, mas com a alma. E agora, olhando-a ali, sentada na beira da cama com os braços cruzados, o biquinho de raiva estampado no rosto, eu sentia meu peito apertar. Ela estava irritada por coisas pequenas, para nós insignificantes — mas para ela, humana, era