Nayla
O silêncio de Omã era diferente de tudo que eu já tinha vivido.
Não era vazio, nem solitário. Era um silêncio vivo, quase como se a natureza ao redor estivesse respirando junto com a gente, em um ritmo mais lento, mais calmo, completamente oposto ao caos que ficou para trás. As montanhas gigantes cercavam o lugar com uma imponência quase surreal, enquanto o mar, logo à frente, parecia infinito, azul de um jeito que eu nunca tinha visto antes, como se aquele pedaço do mundo tivesse sido g