Bruna
A rua em frente à nossa casa estava cheia.
Carros estacionados dos dois lados, vozes, risadas e música ecoando pelo quarteirão. As luzes que Amir tinha pendurado no quintal iluminavam o portão aberto, e a movimentação parecia muito maior do que eu tinha imaginado quando concordei com um simples jantar.
Toda hora alguém erguia uma taça.
— Pela princesa!
— Pela pequena Latifa!
— Que venha com saúde!
Eu olhava para Amir tentando perguntar apenas com o olhar: em que momento um jantar ín