Quando entrei em casa, encontrei Nayla sentada no sofá, com o rosto carregado de preocupação. Assim que me viu, ela soltou o ar que parecia estar segurando há horas, como se só a minha presença já fosse suficiente para aliviar um pouco da tensão que estava pairando ali.
— Graças a Deus você apareceu. Quando saí do banho e não te vi, pensei que alguma coisa pior tinha acontecido.
Eu fechei a porta atrás de mim com calma, mas não havia nada de calmo no que eu tinha para dizer.
— E aconteceu.