Jamal
Quando Hana me puxou da cama direto para o quarto, eu já estava com o sangue fervendo. Saímos do banho no auge — molhados, com o corpo quente e a cabeça longe de qualquer limite. E juro por tudo que amo que nunca quis tanto destruir alguém com prazer como queria destruir ela naquele momento.
Ela se jogou de bruços na cama, empinando a bunda, com o cabelo colado nas costas molhadas. Olhou para mim por cima do ombro, com aquele sorriso safado que só ela sabe fazer.
— Vai encarar ou vai fica