Kinza
Desci para o café da manhã com o coração acelerado. Eu já sabia que meu pai não deixaria o assunto passar em branco. Ainda assim, apesar do nervosismo, havia uma sensação diferente dentro de mim… algo leve, quase doce. Talvez fosse por causa da forma como Karim me defendeu. Ou pelo jeito que ele me olhou antes de ir embora. Aquilo não saía da minha cabeça.
— Bom dia — falei, tentando soar normal.
Pashir nem levantou os olhos de imediato.
— Não tem nada de bom nesse dia — respondeu seco. —