— Enzo…? — repeti, sem conseguir acreditar no que via.
O corpo dele tremia, os pulsos marcados pelas correntes. Quando tentei me aproximar, Rafael segurou meu braço com força.
— senhorita, Christine, não! — sussurrou. — E se for uma armadilha?
— Rafael, olha pra ele! — rebati, com a voz trêmula. — Você acha mesmo que alguém se finge assim, com esse estado?
— Eu não sei — respondeu, olhando em volta, a respiração pesada. — Desde o acidente, nada mais faz sentido… Pode ser o outro fingi