O táxi parou em frente ao prédio de Enzo, e eu soltei um suspiro longo, já que a viagem tinha parecido eterna com ele sem dizer uma palavra de jeito
Enzo, com o pescoço envolto pelo colar ortopédico e o braço engessado, se comportou pior que uma criança mimada.
Reclamou da temperatura do carro, do cheiro, do banco duro, da forma como o motorista dirigia, e até do tempo que levamos presos no trânsito, a cada comentário, minha paciência ia se esfarelando.
_Finalmente! -ele exclamou, assim