Assim que o dia amanhece por completo, desço novamente. Consegui cochilar depois do leite e das palavras tranquilizadoras de David — pouco, mas o suficiente para não desmoronar. Encontro a mesa do café da manhã já posta e meu digníssimo noivo sentado em seu lugar habitual.
Sento-me no meu.
Tomamos o desjejum em silêncio. Um silêncio confortável, daqueles que não exigem esforço, nem explicações. Não é constrangedor, não pesa. Apenas existe. O tipo de quietude que diz não estou pronta para falar,