Luna Narrando
Estávamos na Construtora quando tudo aconteceu. O dia estava movimentado, como sempre, mas nada me preparou para o que viria. No começo, só ouvimos barulhos, tiros, freadas bruscas, gritos abafados. Meu coração deu um pulo no peito. Olhei pela janela e, por um segundo, pensei que fosse algum assalto na rua, algo isolado. Mas o som dos tiros parecia cada vez mais próximo. Muito próximo.
Tentei manter a calma, mas minhas mãos começaram a tremer. A recepcionista correu na direção da