RODRIGO NARRANDO:
Dirigir de volta para o meu apartamento foi como se eu estivesse deixando para trás o peso do mundo e carregando comigo apenas o que realmente importava: a energia que o Rodriguinho me dava. Ele era como uma fonte de renovação para mim, como se meu filho fosse o carregador da minha bateria. Sorrindo enquanto dirigia, deixei a música alta preencher o carro, o vento bagunçando meu cabelo enquanto eu acelerava o conversível pelas ruas da cidade. A sensação de liberdade me envolvi