RODRIGO NARRANDO:
Eu estava tentando sobreviver ao cheiro de destruição em massa que estava emanando das fraldas do meu filho. Sério, aquilo era como se alguém tivesse aberto uma bomba biológica. Segurando o Rodriguinho nos braços, o pequeno chorava de desespero, e eu, sinceramente, estava a um passo de chorar junto com ele.
— Calma, campeão, seu tio já está chegando — tentei o consolar, mas minha voz saiu mais para um pedido desesperado de socorro do que qualquer outra coisa.
Enquanto balança