RODRIGO NARRANDO
Cheguei na cobertura carregando tudo: Rodriguinho no colo, sua bolsa pendurada no meu braço e a sacola cheia de brinquedos na outra mão. A chave quase caiu enquanto eu abria a porta com pressa. Assim que entrei, coloquei o pequeno no chão, as bolsas sobre a mesa, e suspirei aliviado.
Rodriguinho começou a engatinhar imediatamente em direção à escada, e meu coração quase parou.
— Ei, ei, ei, vem cá, campeão — chamei, puxando-o de volta para a sala.
Ele sorriu e, como se fosse