“Não achei que veria você novamente, Karin,” eu declaro com a voz cheia de ternura e surpresa.
A mão dele toca meu rosto, áspera, e esse toque, tão simples, percorre minha pele como um choque, um arrepio delicioso que vai da face ao peito e me domina inteira, até o mais profundo de mim mesma.
Quando ele fala, o som grave e rouco de sua voz reverbera através do salão de pedra. Há uma urgência quase primitiva em seu tom, algo que me faz estremecer, que evoca cada memória e cada toque que comparti