“Foi isso que ela te disse?” minha voz ressoa na biblioteca, carregada de dúvida e ceticismo.
Aria não para um segundo, andando de um lado para o outro no vasto espaço repleto de livros. Suas mãos apertam e soltam o tecido da camisa que veste, um reflexo involuntário da tempestade de emoções que a consome. Cada movimento dela parece amplificar a tensão no ambiente. Seus olhos brilham, intensos e perturbados, enquanto seus pés marcam um ritmo apressado no chão de pedra polida.
Observo-a em silênc