222. Ousadia
Arley
Trinco meus dentes sentindo o lado do meu rosto queimar sem parar.
“Não acredito que ela acabou de me dar um tapa”, penso, observando a loucura expressa nos olhos de Kamila. Ela não está nenhum pouco feliz em me ver, apesar de ter sido aquela a me chamar até aqui. Se dependesse de mim não gostaria de vê-la nunca mais.
— O que você fez? Tudo o que pedi foi para que você a levasse até o banheiro depois que aquela sujeita desse um jeito nela, então, por que ficou por perto? — me pergunta e p