Sebastian estava no escritório, sentado à cabeceira da mesa de reuniões, enquanto dois sócios discutiam números e projeções à sua frente. Ele ouvia, mas não estava completamente ali. A mente, vez ou outra, escapava… voltava para aquela manhã, para o jardim, para um sorriso específico que insistia em aparecer.
O celular vibrou sobre a mesa. Ele olhou de relance.
“Mãe.”
— Com licença — pediu, já se levantando levemente — preciso atender.
Saiu da sala antes mesmo que alguém respondesse.
— Oi, mãe.