Gabriela acordou devagar, sentindo as pálpebras pesadas, como se tivesse dormido por horas a mais do que precisava. O teto familiar do seu quarto a encarava de volta, e por um momento ela franziu a testa, confusa.
Ela lembrava nitidamente de ter apagado no sofá.
— Ué…? — murmurou, sentando-se na cama com o lençol escorregando pelo colo.
Passou as mãos no rosto, tentando organizar as memórias. Só lembrava do filme, da almofada, do barulhinho baixo da TV… e nada mais. Provavelmente Guilherme a ca