Sarah.
— Está tudo bem, moça? — perguntou o motorista do táxi que eu havia pedido ao sair da casa do Henrique.
— Está sim — respondi sem olhá-lo porque não estava.
Eu estava chorando e com meu peito doendo de vontade de voltar e me jogar nos braços do Henrique de novo.
Tentei me acalmar e liguei para Amely.
— Sarinha, minha linda, eu espero que tenha aproveitado bem sua noite — comentou, rindo, assim que atendeu ao telefone.
— Oi, Amely, aproveite, sim. — Funguei.
— Está chorando! O que foi? Hen