Levantei e a observei em êxtase, a respiração ofegante, o peito com os belos seios indo e vindo com rapidez, a pele alva ainda me implorando para continuar a tocá-la.
- Sabe que não acabou, não é mesmo? – Falei.
Ela me olhou, com os lábios entreabertos. Puxei-a para a beirada da cama, pegando suas pernas e colocando-as em cima de meus ombros.
- Se eu sentir isso novamente, vou morrer... – Ela disse com a voz fraca.
- E desde quando alguém morre por sentir prazer? – Comecei a rir.
Querendo senti