Juliana Bezerra
Acordei sentindo o calor do corpo dele nas minhas costas.
A mão de Leo ainda estava sobre a minha barriga, firme, protetora… como se mesmo dormindo ele não deixasse de cuidar da gente.
Eu me mexi devagar.
Não queria acordar totalmente. Só queria sentir.
Virei o rosto um pouco e encostei os lábios no peito dele, por cima da pele quente.
— Leo… — murmurei baixinho.
Ele se mexeu.
— Hum…
Levantei o rosto para olhar pra ele. Os olhos ainda estavam pesados de sono, mas o jeito que el