Thalia.
Gemi e esfreguei minha bunda na coisa dura que a cutucava. Uma mão circulou minha cintura e meu quadril foi para frente quando meu traseiro foi empurrado. Abri as pernas, querendo que aquela coisa grande fosse para outro lugar, um que pulsava e doía sem controle algum.
— Marcelo... — gemi e, no mesmo instante, os movimentos pararam.
— Não. — Choraminguei, me virando e ficando com as costas na cama.
— Merda, me desculpe, Thalia.
Marcelo pulou da cama e colocou uma boa distância entre nós