Thalia.
Eu hesitei na entrada do quarto do hospital, mas logo abri a porta e entrei. Meu coração batia forte contra o peito enquanto observava Marcelo deitado na cama, seus olhos perdidos no teto. Nossos olhos se encontraram por um breve momento, e foi como se o tempo congelasse.
Marcelo quebrou o silêncio ao me dar “oi” com um sorriso fraco despontando nos lábios cheios. Meu estômago se contorcia em nós, lutando contra a torrente de emoções que me invadia ao vê-lo acordado. Esperei tanto por i