— Meus sentimentos. — Minha mãe aperta a mão de Rosa. — Que Deus conforte o coração da senhora.
— Obrigada — responde ela, com a voz embargada.
Minha mãe se vira para Carolina.
— Meus sentimentos, querida.
Carolina apenas assente.
E eu?
Sem saber o que dizer, me viro para a Rosa e aperto