Jhulietta Duarte
A noite ainda estava silenciosa quando abri os olhos. O quarto estava mergulhado em sombras, iluminado apenas pelos feixes fracos da lua que escapavam por entre as cortinas. Nicolas dormia ao meu lado, sua respiração tranquila e ritmada, o braço ainda descansando sobre minha cintura, como se temesse que eu escapasse.
Mas eu não queria escapar.
Fiquei ali, deitada ao lado dele, revivendo cada instante do que havíamos compartilhado. Meu corpo ainda sentia a presença dele, a mane