Jhulietta Duarte
Nicolas nos conduziu até o jardim. Ele me pediu para sentar no banco, mas preferi a grama mesmo. Minha mão ainda doía e eu estava muito arrependida por ter falado tantos palavrões na frente dele, afinal, ele é meu chefe.
— Gostaria que me escutasse com a mente aberta — ele começou, com a voz grave. — Não estou pedindo para que me entenda, apenas que não fique com raiva de mim.
— Pode falar, Nicolas. Prometo manter a mente aberta.
Ele suspirou e iniciou a dolorosa narrativa.
—