Entramos no restaurante de mãos dadas. De um lado, eu segurava a pequena mão de Ethan, que estava radiante, animado com a saída inesperada. Do outro, a mão forte de Nicolas apertava a minha de leve, como um lembrete silencioso de que ele estava ali, sempre presente.
Assim que passamos pela porta de vidro elegante, a recepcionista nos notou e imediatamente se apressou em nos receber com um sorriso cordial.
— Senhor e senhora Santorini, boa noite! — Ela disse com um entusiasmo quase exagerado