Acordei com o toque suave dos lábios de Nicolas percorrendo minha pele. Seus beijos passeavam lentamente pelo meu pescoço, ombros e braços, me despertando de um jeito que só ele sabia fazer. Me espreguicei preguiçosamente na cama, tentando prolongar aquele momento, mas precisei interromper sua investida.
— Vai dormir, senhor Santorini — resmunguei, minha voz saindo rouca de sono.
— Não quero dormir... — ele murmurou contra minha pele, continuando a distribuir beijos pelo meu pescoço. — Quero fa