Parte 2...
O azul dos olhos dele era quase tão escuro quanto a água mais profunda. Olhei dele para o mar e engoli em seco. Eu poderia me afogar em ambos rapidinho.
— Vem, vamos descer - pegou minha mão.
— Mas e a direção do iate? - ergui as sobrancelhas.
— Não se preocupe - ele riu — Está no pilot automático e vai certinho para onde o programei.
— Mesmo? - fiz uma careta duvidando.
— Tem que confiar em mim, pequena - alisou meu rosto com a costa da mão.
Esse modo dele falar me deixa ainda mais