Nosso segundo encontro aconteceu quando eu já era Brumer. A Necromante sem rosto, que poderia usar a imagem e o corpo que quisesse. Naquela época, assumi o disfarce de uma duquesa vampira influente, participei dos jogos políticos, da corte, das festas noturnas. Fui parte do golpe da Corte Suprema.
Porque sabia que, se o mundo ruísse ao redor dele, ele seria meu. Não somente com aquele desejo tolo de uma elfa jovem e idiota. Mas sim com o enorme poder que ele possuía, com sua aura e presença que